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Combatividade de Paulo Câmara é meramente eleitoral, segundo Temer

Por Thata Vilella

Em 29/08/2018

Durante as eleições, vemos um maior acirramento das rivalidades e oposições entre políticos dos mais variados partidos, correntes ou coligações.

Tal clima combativo é mais crescente durante as eleições majoritárias, nas quais se escolhem Prefeitos, Governadores, Presidente da República e Senadores (leia mais aqui).

No caso específico de Pernambuco, escolheremos o chefe do Poder Executivo.

Sendo assim, é justamente disso que vamos falar. Quer saber mais? Fica por aqui!!!

Contextualizando

Como dito antes, em 2018 optaremos por aquele que será o Gestor do Estado de Pernambuco, responsável por conduzir o Estado ao crescimento e às mudanças.

Nessa disputa, um dos candidatos é Paulo Câmara, que busca a reeleição.

Nesse contexto, uma de suas posturas mais frequentes é se colocar de forma combativa e reativa com relação ao Governo Federal.

Mas, será mesmo? É isso que vamos discutir, no post de hoje.

“Depois da eleição ele pacifica”

A afirmação acima foi feita por Michel Temer em entrevista à Rádio Jornal, sobre sua atual relação com Paulo Câmara.

Foto: Michel Temer / Créditos: Site Rádio Jornal

Nessa ocasião, o presidente disse que tanto o afastamento de Paulo Câmara, quanto a proximidade deste com Lula são atitudes meramente eleitorais.

Isso porque, segundo Temer, o governador pernambucano sempre o apoiou ativamente e em todos os momentos, desde o afastamento de Dilma Roussef.

Ainda segundo o atual Presidente da República, tal apoio foi ativo e constante, estando Paulo Câmara presente durante a sua gestão.

“Tenho experiência política suficiente para entender Paulo Câmara. Ele está em período eleitoral e precisa procurar em quem bater”

Segundo o Presidente, as recorrentes críticas do socialista pernambucano, no que se refere às suas ações com relação a Pernambuco, não se justificam.

Para sustentar sua afirmação, Temer rebate as palavras de Paulo Câmara, ao dizer que ele não repassou recursos da União para Pernambuco, o que teria atrapalhado a sua gestão, tanto no que se refere ao desenvolvimento do Estado, quanto ao cumprimento de suas promessas de campanha (fatores que andam juntos).

Para comprovar suas palavras, o Presidente cita a presença constante de Paulo Câmara em todas as suas visitas oficiais a Pernambuco, bem como ações como a Adutora do Agreste, e os pedidos de forças armadas para Pernambuco.

Líder do governo no Senado é pernambucano

Além das ações já citadas, Temer coloca, como prova das relações de Pernambuco com o governo federal, o fato de o atual líder do governo ser o Senador Fernando Bezerra Coelho.

Diante disso, Temer acredita que, depois das eleições, tudo “voltará ao normal” . Ele diz, ainda, entender o governador e não estar chateado, além de creditar tudo ao período eleitoral.

Atitudes contraditórias

Ao mesmo tempo que adota uma postura de oposição e combate a Michel Temer – apesar de tê-lo apoiado desde o afastamento da ex-presidente até o impeachment, e ter mantido apoio ao atual governo – , Paulo Câmara reforçou, em debate na Rádio Jornal, proximidade com o ex-presidente Lula.

Portanto, fica a pergunta: seria essa oposição efetiva e real, ou tudo não passa de estratégia eleitoral?

Me contem nos comentários. Ah, e quer saber mais sobre isso? Assina o Blog, que vem mais informação por aí!!!

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